Qual a capacidade real do seu KYC em identificar identidade forjada?
Muitos KYC tradicionais tendem a não ter processos configurados para confirmar que o documento é autêntico. Essa diferença com a Legitimuz é exatamente onde a identidade forjada passa despercebida, mesmo em operações que já cumprem os requisitos formais de compliance.
Esse tipo de fraude, que pode trazer milhões de reais em prejuízos financeiros e imensuráveis para a reputação da empresa pode ser evitada com os produtos certos, como o LegitDoc, que é uma solução que além de analisar documentos com maestria em milésimos de segundos, também pode reaproveitar documentos do usuário, caso ele já tenha sido autenticado em outro cliente da plataforma anterioremente.
Aproveite para continuar a leitura e entender mais sobre o que é de fato identidade forjada, seus principais riscos para a operação e as perguntas que você deve fazer a sua equipe de combate à fraude.
Mas, afinal, o que é Identidade forjada?
É qualquer documento de identidade fraudado: um documento falsificado do zero, um documento real adulterado em algum campo, como data de nascimento ou foto, ou um documento de terceiro usado com a foto trocada. Nos três casos, o dado extraído pode parecer perfeitamente válido. O problema não está no dado, está na autenticidade do documento por trás dele.
Por que muitos KYCs aprovam documentos forjados sem perceber
A maior parte dos fluxos de onboarding usa OCR para ler o documento e confere se os campos batem com o que o usuário digitou. Esse processo confirma leitura, não autenticidade. Um documento adulterado com uma fonte levemente diferente, ou uma foto colada sobre a original, pode ler perfeitamente bem em um OCR e ainda assim ser falso.
Poucos processos verificam camadas de segurança física do documento, como microtexto, hologramas ou padrões de impressão de cada estado brasileiro, mesmo em fluxos totalmente digitais, onde essa checagem é possível através de documentoscopia.
Além disso, alguns não testam os QR codes dos documentos e muito menos comparam com demais bases de dados. O resultado é um KYC que cumpre a exigência regulatória no papel, mas não testa a única pergunta que realmente importa: esse documento é genuíno?
As perguntas que testam a capacidade real do seu KYC
Antes de confiar no processo atual, vale responder a estas perguntas com honestidade:
- Seu processo detecta uma fonte trocada ou um campo adulterado no documento?
- Ele identifica quando uma foto foi colada ou substituída sobre o documento original?
- Ele cruza a foto do documento com uma verificação de vivacidade biométrica capturada ao vivo, ou só compara duas imagens estáticas?
- Ele analisa camadas de segurança física do documento, mesmo em um fluxo 100% digital?
- Existe uma taxa de detecção testada e certificada por laboratório independente, ou a segurança é só uma promessa comercial?
Se a resposta for “não sei” em qualquer uma dessas perguntas, o KYC atual provavelmente está testando formato de dado, não autenticidade de documento.
O que uma verificação madura de documentos inclui
Uma verificação capaz de identificar identidade forjada combina três camadas. Documentoscopia, que analisa a estrutura física e digital do documento, revelando adulterações que um OCR não vê. Verificação de vivacidade biométrica cruzada com a foto do documento, confirmando que a pessoa presente é a mesma da identidade apresentada. E certificação independente, que comprova em laboratório que essas duas camadas realmente funcionam contra ataques reais, e não só em ambiente controlado de demonstração.
Como saber se o seu KYC está realmente funcionando
Três números indicam se um KYC funciona na prática: taxa de fraude aprovada em produção, taxa de reprovação de usuários legítimos, e tempo médio de verificação. Um processo que aprova pouca fraude, mas também barra clientes legítimos em excesso, só transferiu o problema de fraude para o problema de conversão. O equilíbrio entre os dois números é o que separa um KYC que funciona de um KYC que só cumpre exigência formal.
Como a suíte da Legitimuz identifica identidade forjada
O LegitDoc faz a documentoscopia do documento apresentado, identificando adulterações, fontes trocadas e inconsistências de segurança que passam despercebidas em um OCR comum.
O LegitFace cruza essa verificação com vivacidade biométrica em tempo real, certificada contra fraude por foto, vídeo, máscara e injeção de imagem. Juntos, os dois produtos hoje mantêm 0% de fraude aprovada em produção, com menos de 1,33% de reprovação de usuários legítimos.
Quer testar se o seu KYC realmente identifica documentos forjados, ou só confirma dados preenchidos? Fale com um especialista da Legitimuz.
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