Principais fraudes digitais e como evitá-las
O número de fraudes digitais cresce todos os anos no Brasil. Fraudadores usam identidades roubadas, documentos falsificados, deepfakes e contas fake para atacar bancos, fintechs, plataformas de apostas e outros negócios digitais. Cada tipo de fraude exige uma defesa específica.
Neste artigo, você entende as principais fraudes que atingem empresas brasileiras hoje e qual tecnologia resolve cada uma delas.
O cenário de fraudes digitais no Brasil
O Brasil registra milhões de tentativas de fraude de identidade por ano. Esse volume cresce junto com a digitalização de bancos, fintechs, casas de apostas e outros serviços online.
Fraudadores atacam o onboarding, o momento de saque, o login e a movimentação financeira. Cada uma dessas etapas pede uma camada de proteção diferente. Empresas que tratam todas as fraudes como um problema único acabam com brechas.
Deepfake e biometria falsificada: o papel do LegitFace
O deepfake é hoje uma das fraudes mais sofisticadas. Criminosos usam vídeos e imagens manipuladas por IA para simular o rosto de outra pessoa e enganar sistemas de reconhecimento facial. Máscaras hiper-realistas e injeção de câmera seguem o mesmo objetivo: fazer o sistema acreditar que existe uma pessoa real na frente da câmera quando não existe.
O LegitFace detecta esses ataques em tempo real. A tecnologia identifica movimentos naturais do rosto, como piscar de olhos e microexpressões, e diferencia uma pessoa real de uma foto, vídeo ou deepfake.
O LegitFace vai além de confirmar se há uma pessoa real diante da câmera. A tecnologia também verifica se a imagem foi realmente capturada pelo hardware do dispositivo, e não injetada por software através de emuladores ou câmeras virtuais. Essa camada extra fecha uma brecha que muitos fornecedores de liveness ainda deixam aberta.
Essa robustez é validada por certificações internacionais:
- iBeta PAD Níveis 1 e 2, para proteção contra fotos, vídeos e máscaras.
- BixeLab PAD Níveis 1, 2 e 3, para diferentes níveis de ataques de apresentação.
- BixeLab IAD, para detecção de ataques de injeção de imagem.
- ISO/IEC 30107-3, norma internacional de detecção de ataques de apresentação.
Em produção, o LegitFace já opera com 0% de fraude aprovada e menos de 5% de reprovação de usuários legítimos. Isso mostra que segurança máxima e boa experiência do usuário não precisam ser objetivos opostos.
Fraude documental e identidade sintética: LegitID e LegitDoc
Documentos falsificados e identidades sintéticas continuam entre as fraudes mais comuns no onboarding digital. O fraudador combina dados reais de uma pessoa com informações inventadas para criar um perfil que parece legítimo, mas não corresponde a ninguém de verdade.
O LegitID e o LegitDoc atuam nessa camada. Eles validam a autenticidade do documento apresentado, comparam a foto do documento com a selfie do usuário através de facematch e cruzam os dados informados com bases oficiais, como CPF. Isso reduz a aprovação de contas abertas com documentos roubados, adulterados ou totalmente fabricados.
Contas fake e múltiplas contas: o papel do LegitDevice
Fraudadores também recorrem à criação de múltiplas contas para burlar limites, acessar bônus indevidamente ou espalhar o risco de uma fraude maior entre várias contas menores. Essa prática é comum em iGaming e em programas de fidelidade.
O LegitDevice identifica o dispositivo por trás de cada acesso, mesmo quando o fraudador troca de e-mail, CPF informado ou navegador. A tecnologia reconhece padrões de dispositivo, IP e comportamento que indicam a reincidência de um mesmo usuário mal-intencionado, permitindo bloquear a fraude na origem, antes que ela avance no funil.
Menores de idade em plataformas restritas: Age Check e Child Check
Com a entrada em vigor da Lei 15.211/2025, o ECA Digital, empresas que operam plataformas com acesso provável por menores precisam comprovar a idade real do usuário. Essa exigência vale para apostas, jogos, redes sociais e outros serviços digitais.
O Age Check confirma em tempo real se o usuário atinge a idade mínima exigida pela plataforma, sem fricção e sem coletar dados sensíveis além do necessário. O Child Check complementa essa verificação, ajudando a identificar quando o titular de uma conta ou dispositivo é menor de idade, para que a plataforma aplique as restrições corretas.
Sem esses mecanismos, empresas ficam expostas a sanções administrativas, suspensão e responsabilização civil previstas na nova lei.
Lavagem de dinheiro e transações suspeitas: verificação contínua
A lavagem de dinheiro é uma preocupação constante em setores regulados, principalmente apostas e serviços financeiros. Fraudadores usam contas de terceiros, os chamados “laranjas”, para movimentar recursos de origem ilícita sem levantar suspeita.
A defesa contra esse tipo de fraude não termina no cadastro. Ela exige checagem contínua contra listas restritivas e de Pessoas Politicamente Expostas (PEP), além do monitoramento de padrões de transação ao longo de toda a vida útil da conta. Esse acompanhamento permite identificar mudanças de comportamento que sinalizam risco, mesmo em usuários aprovados há meses.
Como estruturar uma defesa completa contra fraudes digitais
Nenhuma fraude digital se resolve com uma única ferramenta isolada. A proteção eficaz combina várias camadas trabalhando juntas:
- Liveness e detecção de deepfake no momento da verificação facial.
- Validação documental e cruzamento de dados com bases oficiais.
- Inteligência de dispositivo para identificar reincidência e múltiplas contas.
- Verificação de idade para cumprir o ECA Digital.
- Monitoramento contínuo contra listas restritivas e padrões de lavagem de dinheiro.
Empresas que tratam essas camadas como um único fluxo, e não como ferramentas separadas, aprovam mais usuários legítimos e bloqueiam mais fraudadores ao mesmo tempo.
Conheça as soluções Legitimuz
A Legitimuz reúne em uma única stack todas as camadas de proteção contra fraude digital: LegitFace para liveness e detecção de deepfake, LegitID e LegitDoc para verificação documental e de identidade, LegitDevice para inteligência de dispositivo, Age Check e Child Check para conformidade com o ECA Digital, e monitoramento contínuo contra listas restritivas e PEP. Tudo isso com tecnologia 100% brasileira, pensada para os documentos e o comportamento do usuário brasileiro.