Por que escolher a Legitimuz como seu novo fornecedor de Liveness? Fale conosco na Febraban!
Trocar de fornecedor de liveness não é uma decisão simples. Envolve migração técnica, risco de fricção temporária no onboarding e a pergunta que toda fintech se faz antes de assinar: e se o novo fornecedor não for, de fato, melhor do que o atual?
Este texto reúne os motivos concretos, com número e prova técnica, pelos quais operações de crédito, e-commerces e serviços financeiros têm escolhido a Legitimuz para essa troca.
1. Certificação contra as duas frentes de ataque, não só uma
A maioria das soluções de liveness do mercado foi testada e certificada apenas contra ataques de apresentação (PAD), como fotos, vídeos e máscaras. Poucas têm certificação independente contra ataques de injeção (IAD), quando o fraudador insere uma imagem manipulada direto no sistema por software, sem usar a câmera física do dispositivo.
O LegitFace tem as duas frentes cobertas: certificação iBeta PAD Levels 1 e 2, conforme o padrão ISO/IEC 30107-3, além dos selos BixeLab PAD Levels 1, 2 e 3 e BixeLab IAD. Se o fornecedor atual da sua operação só fala em “liveness certificado” sem especificar contra qual tipo de ataque, essa é a primeira pergunta que vale fazer antes de renovar o contrato.
2. Segurança testada todos os dias
Certificação é uma fotografia de um momento específico. Modelos generativos de IA evoluem em ciclos de semanas, e um ataque bloqueado hoje pode ter uma nova variação circulando em pouco tempo.
Por isso, a Legitimuz mantém um red team interno que ataca o LegitFace diariamente, sem acesso ao código-fonte da ferramenta, simulando o comportamento de um fraudador real com máscaras, fotos, deepfakes e ataques de injeção.
Esse processo contínuo é o que sustenta as certificações externas no longo prazo, em vez de deixar a solução estática entre uma renovação de certificado e outra.
3. Segurança e privacidade desde a arquitetura
Toda mudança de código passa por aprovação dupla antes de ir para produção, e nenhum acesso a dado sensível acontece sem deixar rastro auditável. O tratamento de dado biométrico usa o artigo 11 da LGPD, mais rígido que o artigo 7º, com consentimento explícito ou dispensa justificada quando prevista em lei.
A Legitimuz também aplica Privacy by Default: retenção mínima e descarte de dados sensíveis já vêm configurados como padrão, sem exigir nenhuma ação do titular. Isso é diferente da maioria do mercado, onde privacidade costuma ser uma configuração que o cliente precisa ativar por conta própria.
4. Números que provam
Hoje, o LegitFace opera com verificação completa em menos de 30 segundos, com 0% de fraude aprovada em produção e menos de 5% de reprovação de usuários legítimos. A operação já processa mais de 500 milhões de verificações por ano, incluindo mais de 40 milhões de reconhecimentos faciais só em saques, o que dá à Legitimuz maturidade comprovada em escala massiva, não apenas em ambiente controlado de laboratório.
5. Orquestração flexível
Nenhuma camada de verificação resolve o problema sozinha. A força está em orquestrar documentoscopia, biometria facial, inteligência de dispositivo e background check de acordo com o risco real de cada operação, não aplicando o mesmo rigor para todo cliente.
Os Smart Flows da Legitimuz permitem configurar, em tempo real, quais camadas acionar para cada perfil de risco, adaptando o fluxo ao apetite de risco específico do seu negócio, em vez de forçar sua operação a se adaptar a um fluxo fixo do fornecedor.
Venha conhecer de perto no Febraban Tech 2026
Se você está avaliando trocar de fornecedor de liveness, ou só quer entender como a Legitimuz aplica tudo isso na prática, vamos estar no Febraban Tech 2026, de 24 a 26 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo, no estande A132.
Vale a visita para quem trabalha com prevenção a fraude, compliance ou tecnologia em bancos, fintechs e operações reguladas, e quer conversar sobre migração de fornecedor, certificações reais e como estruturar um KYC que combine segurança e conversão.
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