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Menores de idade podem participar de apostas online no Brasil?

Menores de idade não podem apostar online no Brasil. Essa restrição não é uma peculiaridade brasileira: a maioria dos países com apostas regulamentadas segue a mesma lógica.

A proibição existe porque apostas envolvem risco financeiro real e exigem maturidade para lidar com perdas. Menores ainda estão desenvolvendo a capacidade de avaliar risco e de reconhecer a hora certa de parar, o que os torna especialmente vulneráveis a esse tipo de atividade.

De forma resumida, os motivos que justificam a proibição incluem:

  • Proteção contra o desenvolvimento de vícios em jogo
  • Segurança financeira do menor e da família
  • Responsabilidade legal do operador
  • Preservação da integridade do esporte e dos jogos

Operadores devem bloquear o cadastro de menores de idade

Bloquear o cadastro de menores não é apenas uma prática recomendada. É uma exigência legal.

A legislação brasileira que regula jogos e apostas determina que só pessoas maiores de idade podem participar dessas atividades. Esse bloqueio protege o menor de danos financeiros e psicológicos, além de garantir a legalidade da operação.

Operadores que falham nesse ponto enfrentam consequências sérias. As sanções variam de multas pesadas até a revogação da licença de operação, dependendo da gravidade e da recorrência da falha.

Além das penalidades legais, o dano reputacional costuma ser duradouro. A confiança do público em uma plataforma flagrada permitindo o acesso de menores dificilmente se recupera rápido.

Existe também uma responsabilidade ética que vai além da lei. Isso inclui investir em tecnologia de verificação e em educação dos usuários sobre os riscos do jogo, além de oferecer ferramentas de jogo responsável, como limites de depósito e autoexclusão.

O que mudou com a ECA Digital

A Lei 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, entrou em vigor em 17 de março de 2026 e trouxe um novo patamar de exigência para a proteção de menores em ambientes digitais, incluindo plataformas de apostas.

A norma reforça a responsabilidade das empresas em impedir o acesso de crianças e adolescentes a conteúdos e serviços inadequados para a idade, com exigência de mecanismos efetivos de verificação etária, não apenas declarações de idade no cadastro.

Isso significa que, além do Artigo 23 da Lei 14.790/2023, que já exigia identificação com reconhecimento facial, os operadores agora precisam demonstrar diligência ativa na verificação de idade, sob risco de sanções somadas às já previstas na regulamentação das apostas.

Como evitar o cadastro de menores de idade em apostas online

  • Verificação rigorosa de documentos: solicitar e validar documentos oficiais como RG, CNH ou passaporte no momento do cadastro.
  • Reconhecimento facial com prova de vida: confirmar que o titular do documento é a mesma pessoa presente no cadastro, exigência prevista na Portaria MF/SPA Nº 722/2024.
  • Verificação secundária em casos de discrepância: acionar análise manual quando os dados apresentarem inconsistências.
  • Educação sobre jogo responsável: informar os usuários sobre riscos e consequências legais do jogo por menores.
  • Ferramentas de controle: oferecer limites de depósito e opções de autoexclusão.
  • Monitoramento contínuo: manter checagens periódicas ao longo da jornada do usuário, não apenas no cadastro inicial.

Como a Legitimuz impede o acesso de menores às plataformas de apostas

A Legitimuz é uma empresa brasileira especializada em KYC e antifraude para iGaming. O processo de verificação de identidade da Legitimuz cobre várias etapas, desde a captura do documento até a confirmação da idade real do usuário.

Coleta e leitura do documento. No cadastro, o sistema solicita documentos de identificação válidos, como RG, CPF ou passaporte, e usa OCR (reconhecimento óptico de caracteres) para extrair os dados com precisão.

Cruzamento de dados. As informações extraídas são comparadas a bases de dados públicas e privadas para confirmar consistência e autenticidade, incluindo a data de nascimento informada.

Reconhecimento facial com prova de vida. O Liveness confirma que a pessoa presente no cadastro é real e corresponde ao documento apresentado, o que impede o uso de fotos, vídeos ou fotos de terceiros para burlar a verificação de idade.

Alerta para verificação manual. Quando a documentação apresenta discrepância ou o resultado é inconclusivo, o sistema notifica a equipe de compliance para uma análise humana adicional.

Auditorias regulares. O sistema passa por revisões frequentes para manter a eficácia contra novas táticas de fraude, incluindo o uso de documentos de terceiros por menores.

Com essas camadas combinadas, a Legitimuz ajuda operadores a atender ao Artigo 23 da Lei 14.790/2023 e às novas exigências da ECA Digital, reduzindo o risco de multas, suspensão de licença e danos à reputação.

Conte com a Legitimuz para enriquecer a sua segurança

Impedir o acesso de menores de idade protege sua operação, seus jogadores e sua licença. A Legitimuz oferece verificação de identidade certificada, reconhecimento facial com prova de vida e monitoramento contínuo para manter seu cassino em conformidade com a Lei 14.790/2023 e a ECA Digital.

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