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Máscara no liveness: como funciona esse tipo de fraude de biometria facial

crime de máscara (masking) na biometria facial liveness

Ataque de máscara, ou masking, é uma das formas mais antigas e ainda mais usadas de burlar reconhecimento facial. 

Enquanto deepfake e injeção de imagem dominam a conversa sobre fraude digital, a máscara continua ativa porque é barata, física e não depende de nenhum software sofisticado.

O que é masking no liveness detection

Masking é a tentativa de enganar um sistema de liveness usando uma máscara no lugar do rosto real. O fraudador cobre o próprio rosto, ou usa a máscara sobre uma tela ou suporte, para simular a presença de outra pessoa diante da câmera. 

O objetivo é o mesmo de qualquer ataque de apresentação: convencer o sistema de que há uma pessoa real e viva do outro lado, quando na verdade não há.

Os tipos de máscara usados em fraude

Confira a seguir os tipos de máscara mais usados em crimes dessa natureza e como reconhecê-los.

Máscara 2D

Uma impressão plana do rosto, às vezes com recortes nos olhos e na boca para permitir piscar e abrir a boca durante desafios de liveness ativo. É a versão mais barata e também a mais fácil de detectar, porque não tem profundidade nem textura de pele real.

Máscara 3D de papel ou tecido

Um nível acima da versão plana, com volume que imita o formato do rosto. Ainda assim, falha em texturas finas como poros, reflexo de luz na pele e movimento natural de expressão.

Máscara 3D hiper-realista (silicone)]

 A mais sofisticada e a mais cara. Feita sob medida, reproduz textura de pele, pode incluir cabelo e sobrancelha reais, e é capaz de executar ações como sorrir e piscar. Esse tipo de máscara é usado principalmente em ataques direcionados a um alvo específico, não em fraude em massa, justamente pelo custo de produção.

Como um sistema de liveness detecta uma máscara

Um sistema de liveness bem certificado não depende de um único sinal. Ele cruza vários indicadores ao mesmo tempo:

  • Textura de pele: Algoritmos de análise de frequência distinguem a variação natural de cor e luz da pele real de uma superfície artificial.
  • Reflexo e profundidade: Máscaras rígidas refletem luz de forma diferente de um rosto real e têm menos variação de profundidade nos pontos de referência do rosto.
  • Micro-movimentos involuntários: Piscar natural, pequenas contrações musculares e variações sutis de expressão são difíceis de reproduzir com fidelidade, mesmo em silicone.
  • Fluxo sanguíneo aparente: Sistemas mais avançados analisam variações mínimas de cor ligadas à circulação sanguínea, algo que nenhuma máscara reproduz.

Nenhum desses sinais isolados garante detecção perfeita. A combinação de vários é o que torna um sistema resistente a esse tipo de ataque.

Por que isso importa para o seu compliance

Ataque de máscara está entre as categorias que a certificação iBeta testa diretamente, junto com foto impressa, replay de vídeo e injeção digital. Uma solução de liveness sem certificação independente para esse tipo de ataque não tem como provar, para auditoria ou regulador, que resiste a ele. Isso vira risco tanto de fraude quanto de conformidade.

Conheça as soluções Legitimuz

O LegitFace, solução de liveness detection da Legitimuz, tem certificação iBeta Level 1 e Level 2, alinhada ao padrão ISO/IEC 30107-3, que cobre justamente ataques de máscara 2D e 3D, além de foto impressa, replay de vídeo e deepfake. 

A tecnologia combina liveness ativo e passivo e se integra ao restante da jornada de KYC (LegitID, LegitDoc, LegitCheck), com reautenticação contínua para reduzir a janela de exposição a fraude.

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Conheça a Legitimuz

Quer saber se sua verificação atual resiste a ataques de máscara? Fale com um especialista da Legitimuz e entenda como o LegitFace protege sua operação contra esse e outros tipos de fraude.