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Quer saber se sua verificação atual resiste a ataques de máscara? Fale com um especialista da Legitimuz e entenda como o LegitFace protege sua operação contra esse e outros tipos de fraude.
Ataque de máscara, ou masking, é uma das formas mais antigas e ainda mais usadas de burlar reconhecimento facial.
Enquanto deepfake e injeção de imagem dominam a conversa sobre fraude digital, a máscara continua ativa porque é barata, física e não depende de nenhum software sofisticado.
Masking é a tentativa de enganar um sistema de liveness usando uma máscara no lugar do rosto real. O fraudador cobre o próprio rosto, ou usa a máscara sobre uma tela ou suporte, para simular a presença de outra pessoa diante da câmera.
O objetivo é o mesmo de qualquer ataque de apresentação: convencer o sistema de que há uma pessoa real e viva do outro lado, quando na verdade não há.
Confira a seguir os tipos de máscara mais usados em crimes dessa natureza e como reconhecê-los.
Uma impressão plana do rosto, às vezes com recortes nos olhos e na boca para permitir piscar e abrir a boca durante desafios de liveness ativo. É a versão mais barata e também a mais fácil de detectar, porque não tem profundidade nem textura de pele real.
Um nível acima da versão plana, com volume que imita o formato do rosto. Ainda assim, falha em texturas finas como poros, reflexo de luz na pele e movimento natural de expressão.
A mais sofisticada e a mais cara. Feita sob medida, reproduz textura de pele, pode incluir cabelo e sobrancelha reais, e é capaz de executar ações como sorrir e piscar. Esse tipo de máscara é usado principalmente em ataques direcionados a um alvo específico, não em fraude em massa, justamente pelo custo de produção.
Um sistema de liveness bem certificado não depende de um único sinal. Ele cruza vários indicadores ao mesmo tempo:
Nenhum desses sinais isolados garante detecção perfeita. A combinação de vários é o que torna um sistema resistente a esse tipo de ataque.
Ataque de máscara está entre as categorias que a certificação iBeta testa diretamente, junto com foto impressa, replay de vídeo e injeção digital. Uma solução de liveness sem certificação independente para esse tipo de ataque não tem como provar, para auditoria ou regulador, que resiste a ele. Isso vira risco tanto de fraude quanto de conformidade.
O LegitFace, solução de liveness detection da Legitimuz, tem certificação iBeta Level 1 e Level 2, alinhada ao padrão ISO/IEC 30107-3, que cobre justamente ataques de máscara 2D e 3D, além de foto impressa, replay de vídeo e deepfake.
A tecnologia combina liveness ativo e passivo e se integra ao restante da jornada de KYC (LegitID, LegitDoc, LegitCheck), com reautenticação contínua para reduzir a janela de exposição a fraude.
Quer saber se sua verificação atual resiste a ataques de máscara? Fale com um especialista da Legitimuz e entenda como o LegitFace protege sua operação contra esse e outros tipos de fraude.
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