Legitimuz: soluções de KYC sob medida
A Legitimuz adapta o o nível de segurança ao risco real de cada transação!
A autenticação de usuários confirma que a pessoa que acessa uma conta é realmente quem diz ser. Esse processo protege tanto o usuário quanto a plataforma contra acessos indevidos, fraudes e roubo de identidade.
Neste guia, a Legitimuz explica o que é autenticação, quais são os principais métodos usados hoje e como esse processo se conecta à regulamentação vigente para apostas online no Brasil.
Autenticação é o processo que verifica a identidade de alguém no momento em que ela tenta acessar um sistema. Diferente do cadastro, que coleta as informações do usuário, a autenticação confirma essas informações a cada novo acesso.
Imagine um operador de cassino online com uma base ampla de jogadores. Cada login precisa confirmar que aquela pessoa é, de fato, a titular da conta, e não alguém usando credenciais roubadas ou vazadas.
Os métodos de autenticação variam em nível de segurança e fricção para o usuário. Os mais usados no mercado de iGaming incluem 2FA, biometria e verificação facial via Liveness.
Além da autenticação em si, muitas plataformas combinam esse processo com KYC (Know Your Customer) no momento do cadastro. Enquanto a autenticação confirma o acesso, o KYC valida se os dados informados pelo usuário são reais e pertencem a ele.
O funcionamento depende do método escolhido pela plataforma. No 2FA, por exemplo, o usuário confirma sua identidade em duas etapas: a senha e um segundo fator, como um código enviado por SMS, um aplicativo autenticador ou um token.
Esse segundo fator dificulta o acesso de terceiros, mesmo quando a senha do usuário é comprometida. É por isso que a dupla autenticação se tornou padrão em setores como bancos, fintechs e casas de apostas.
Independente do método, o objetivo final é o mesmo: reduzir a chance de um invasor acessar uma conta que não é dele.
O KYC não é, tecnicamente, um método de autenticação de login. Ele é um processo de validação de identidade, aplicado geralmente no cadastro ou em momentos de risco elevado, como grandes depósitos ou saques.
O processo confirma se os dados informados pelo usuário são verdadeiros e se não há indício de uso de identidade de terceiros. O KYC já é padrão no setor bancário e ganhou força no iGaming brasileiro depois da regulamentação das apostas.
A biometria autentica o usuário a partir de características físicas únicas, como impressão digital ou padrões faciais. No ambiente online, o reconhecimento facial combinado com Liveness se tornou o método mais relevante para o iGaming brasileiro.
A verificação Liveness confirma que há uma pessoa real diante da câmera durante o processo, o que impede o uso de fotos, vídeos gravados ou deepfakes para burlar a verificação. Esse ponto ganhou peso nos últimos anos com o avanço de fraudes baseadas em inteligência artificial generativa.
O 2FA exige duas confirmações de identidade para liberar o acesso. As opções mais comuns incluem aplicativos autenticadores, código por e-mail, SMS ou token físico.
Apps autenticadores costumam ser mais seguros que SMS, porque não dependem da rede de telefonia, que pode sofrer ataques de SIM swap.
Um método que vem crescendo é a autenticação passwordless, baseada em passkeys. Nesse modelo, o usuário confirma o acesso usando biometria do próprio dispositivo (como Face ID ou impressão digital), sem digitar senha alguma.
Esse método reduz o risco de phishing e vazamento de credenciais, já que não existe senha para ser roubada ou reutilizada em outros sites.
Tecnologias de análise comportamental monitoram padrões de uso, como localização, dispositivo e horário de acesso. Quando um login ocorre fora do padrão esperado, o sistema pode exigir uma verificação adicional antes de liberar o acesso.
Esse método funciona como uma camada extra, silenciosa para o usuário legítimo e eficaz contra tentativas de invasão.
A regulamentação das apostas no Brasil tornou a verificação de identidade uma exigência legal, não apenas uma boa prática. O Artigo 23 da Lei 14.790/2023 determina que o operador de apostas adote procedimentos de identificação com uso de tecnologia de reconhecimento facial para verificar a validade da identidade dos apostadores.
A Lei 15.211/2025 (ECA Digital), em vigor desde março de 2026, reforça ainda mais essa exigência ao endereçar a proteção de menores de idade em ambientes digitais, o que inclui o acesso a plataformas de apostas. Isso torna a combinação entre autenticação robusta e verificação de idade uma prioridade regulatória, e não apenas uma medida de segurança.
Com essas exigências em vigor, contar com uma tecnologia de KYC e Liveness confiável deixou de ser opcional para operadores de cassino online no Brasil.
A Legitimuz é uma empresa brasileira especializada em KYC e antifraude para o mercado de iGaming. O sistema de verificação de identidade da Legitimuz combina reconhecimento facial, Liveness e checagem documental, com onboarding completo em poucos segundos e sem prejudicar a conversão do cadastro.
Essa combinação permite validar a identidade do apostador de forma alinhada ao Artigo 23 da Lei 14.790/2023 e às exigências de proteção de menores da ECA Digital, ao mesmo tempo que reduz fraudes de conta, uso de identidade de terceiros e acessos indevidos.
Entre os clientes da Legitimuz estão algumas das maiores casas de apostas do Brasil, como Esportes da Sorte e OnaBet.
Autenticação forte protege o jogador e a operação. A Legitimuz oferece verificação de identidade certificada, reconhecimento facial e Liveness para reduzir fraudes e manter seu cassino em conformidade com a legislação vigente.
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