Legitimuz: soluções de KYC sob medida
A Legitimuz adapta o o nível de segurança ao risco real de cada transação!
A autenticação de usuários confirma que a pessoa que acessa uma conta é realmente quem diz ser. Esse processo protege tanto o usuário quanto a plataforma contra acessos indevidos, fraudes e roubo de identidade.
Autenticação é o processo que verifica a identidade de alguém no momento em que ela tenta acessar um sistema. Diferente do cadastro, que coleta as informações do usuário, a autenticação confirma essas informações a cada novo acesso.
Bancos digitais, fintechs, varejo online e qualquer plataforma que armazena dados sensíveis dependem desse processo para impedir que terceiros usem uma conta que não é deles. Além da autenticação em si, muitas plataformas combinam esse processo com KYC (Know Your Customer) no momento do cadastro.
O funcionamento depende do método escolhido pela plataforma. No 2FA, por exemplo, o usuário confirma sua identidade em duas etapas: a senha e um segundo fator, como um código enviado por SMS, um aplicativo autenticador ou um token.
Esse segundo fator dificulta o acesso de terceiros, mesmo quando a senha do usuário é comprometida. É por isso que a dupla autenticação se tornou padrão em setores que lidam com dinheiro e dados pessoais, como bancos e fintechs.
Independente do método, o objetivo final é o mesmo: reduzir a chance de um invasor acessar uma conta que não é dele.
Tecnicamente, o KYC funciona de outra forma: é um processo de validação de identidade, aplicado geralmente no cadastro ou em momentos de risco elevado, como grandes transações ou mudanças de dados cadastrais.
O processo confirma se os dados informados pelo usuário são verdadeiros e se não há indício de uso de identidade de terceiros. O KYC já é padrão no setor bancário e vem se consolidando em fintechs, varejo e qualquer negócio que faz onboarding digital.
A biometria autentica o usuário a partir de características físicas únicas, como impressão digital ou padrões faciais. No ambiente online, o reconhecimento facial combinado com Liveness se tornou um dos métodos mais relevantes para onboarding digital no Brasil.
A verificação Liveness confirma que há uma pessoa real diante da câmera durante o processo, o que impede o uso de fotos, vídeos gravados ou deepfakes para burlar a verificação. Esse ponto ganhou peso nos últimos anos com o avanço de fraudes baseadas em inteligência artificial generativa.
O 2FA exige duas confirmações de identidade para liberar o acesso. As opções mais comuns incluem aplicativos autenticadores, código por e-mail, SMS ou token físico.
Apps autenticadores costumam ser mais seguros que SMS, porque não dependem da rede de telefonia, que pode sofrer ataques de SIM swap.
Um método que vem crescendo é a autenticação passwordless, baseada em passkeys. Nesse modelo, o usuário confirma o acesso usando biometria do próprio dispositivo, como Face ID ou impressão digital, sem digitar senha alguma.
Esse método reduz o risco de phishing e vazamento de credenciais, já que não existe senha para ser roubada ou reutilizada em outros sites.
Tecnologias de análise comportamental monitoram padrões de uso, como localização, dispositivo e horário de acesso. Quando um login ocorre fora do padrão esperado, o sistema pode exigir uma verificação adicional antes de liberar o acesso.
Esse método funciona como uma camada extra, silenciosa para o usuário legítimo e eficaz contra tentativas de invasão.

A regulação brasileira trata a verificação de identidade como obrigação legal, não apenas como boa prática. A Circular BCB nº 3.978/2020 determina que instituições financeiras adotem procedimentos de identificação e qualificação de clientes como parte da política de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (PLD/FT), o que inclui confirmar quem está por trás de cada conta e de cada operação de risco.
A Lei 15.211/2025 (ECA Digital), em vigor desde março de 2026, reforça ainda mais essa exigência ao endereçar a proteção de menores de idade em ambientes digitais. Isso torna a combinação entre autenticação robusta e verificação de idade uma prioridade regulatória para qualquer plataforma acessível por menores, não apenas uma medida de segurança.
Com essas exigências em vigor, contar com uma tecnologia de KYC e Liveness confiável deixou de ser opcional para bancos digitais, fintechs e varejo online no Brasil.
A Legitimuz é uma empresa brasileira especializada em KYC e antifraude. O sistema de verificação de identidade da Legitimuz combina reconhecimento facial, Liveness e checagem documental, com onboarding completo em poucos segundos e sem prejudicar a conversão do cadastro.
Essa combinação permite validar a identidade do usuário de forma alinhada à Circular BCB 3.978/2020 e às exigências de proteção de menores da ECA Digital, ao mesmo tempo que reduz fraudes de conta, uso de identidade de terceiros e acessos indevidos.
Esse conjunto de camadas sustenta hoje 0% de fraude aprovada com menos de 1,33% de reprovação de usuários legítimos, prova de que segurança máxima e conversão não precisam ser escolhas opostas.
Autenticação forte protege o usuário e a operação. A Legitimuz oferece verificação de identidade certificada, reconhecimento facial e Liveness para reduzir fraudes e manter sua plataforma em conformidade com a legislação vigente.
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