Agendar demo

Blog

KYC para fintechs: casos de uso da Legitimuz e o case Kiwify

kyc para fintech

O KYC para fintechs precisa resolver dois problemas ao mesmo tempo: barrar fraudadores e aprovar rapidamente o cliente legítimo. Na prática, isso vale para toda a jornada, da abertura de conta à autenticação do Pix, passando pela recuperação de acesso e pela concessão de crédito. Neste artigo, você conhece os principais casos de uso da Legitimuz em fintechs e vê como a Kiwify chegou a 97,7% de aderência biométrica no onboarding da sua conta digital.

Por que fintechs são alvos preferenciais de fraude

Fintechs operam 100% no digital, abrem contas em minutos e movimentam dinheiro em tempo real. Essas qualidades atraem clientes e também fraudadores.

Uma conta aberta com identidade falsa pode receber dinheiro de golpes, virar conta laranja em esquemas de lavagem ou servir de ponte para fraudes de crédito. Como o Pix liquida em segundos, o tempo para reagir é curto.

A regulação também ficou mais exigente. A Resolução BCB 538/2025 e a Resolução CMN 5.274/2025, em vigor desde 1º de março de 2026, reforçaram exigências de autenticação multifator e trilhas de auditoria. A Resolução Conjunta BCB nº 6 criou o compartilhamento de indícios de fraude entre instituições.

Nesse cenário, o KYC deixou de ser uma etapa isolada de cadastro. Ele precisa estar presente em cada momento de risco da jornada.

Casos de uso da Legitimuz em fintechs

Abertura de conta digital

O onboarding é a porta de entrada da fraude. É aqui que surgem documentos adulterados, selfies manipuladas, deepfakes e identidades sintéticas.

A Legitimuz verifica o cliente em camadas:

  • LegitFace: confirma que existe uma pessoa real diante da câmera, com certificações contra ataques de apresentação (iBeta PAD Levels 1 e 2 e BixeLab PAD Levels 1, 2 e 3) e de injeção (BixeLab IAD).
  • LegitDoc: faz a documentoscopia de documentos físicos e digitais, como CNH Digital e CIN Digital.
  • LegitCheck: consulta CPF, PEP, listas de sanções, PLD/FTP e processos judiciais.

Quando a Legitimuz já tem informação biométrica suficiente sobre a pessoa, o cliente nem precisa enviar documento. Isso reduz etapas e abandono sem abrir mão da segurança.

Prevenção de contas laranja e cadastros duplicados

Redes de fraude costumam usar a mesma pessoa para abrir várias contas com dados diferentes. Essas contas recebem e pulverizam dinheiro de golpes.

O LegitID compara cada rosto com uma base de cerca de 150 milhões de faces vinculadas a CPFs únicos. Se o mesmo rosto aparece em cadastros com identidades diferentes, a fintech descobre antes de a conta começar a operar.

Análise de dispositivo e contexto

Mesmo uma identidade legítima pode vir de um ambiente suspeito. Emuladores, VPN, proxy e dezenas de contas no mesmo aparelho são sinais fortes de fraude organizada.

O LegitDevice analisa mais de 60 sinais por sessão e ajuda a fintech a identificar fazendas de dispositivos e automação de cadastros.

Autenticação de operações sensíveis

Depois do onboarding, o risco muda de forma. Um fraudador com acesso à conta de um cliente real pode trocar dados, cadastrar novas chaves Pix e transferir o saldo.

Com a autenticação biométrica contínua do LegitID, a fintech pede uma nova validação facial nos momentos que importam: troca de senha ou dispositivo, alteração de dados cadastrais, transferências de alto valor e cadastro de chaves Pix. Assim, a tomada de conta esbarra no rosto do verdadeiro titular.

Recuperação de conta

A recuperação de acesso é um dos pontos mais explorados pelos golpistas, porque muitas vezes depende de SMS ou e-mail, canais fáceis de comprometer.

A validação biométrica com prova de vida garante que quem pede a recuperação é o titular da conta, e não alguém com o chip clonado ou a senha do e-mail.

Concessão de crédito

Na oferta de crédito, a fraude de identidade vira inadimplência que nunca será recuperada. A combinação de liveness, documentoscopia e background check confirma que quem contrata é o dono do CPF e que o perfil de risco é compatível com a operação.

Verificação de idade

Fintechs com produtos voltados a públicos específicos, ou com restrições de idade, podem usar o Age Check da Legitimuz para aferir a idade do usuário no mesmo fluxo de verificação, sem criar uma jornada paralela.

Case Kiwify: 97,7% de aderência biométrica no KYC

A Kiwify é uma das maiores plataformas de infoprodutos do Brasil, com mais de 30 mil infoprodutores ativos e 25 milhões de compradores cadastrados. O grupo também opera uma conta digital regulada como instituição de pagamento pelo Banco Central, com Pix, saldo em tempo real, boletos e DDA.

Na própria central de ajuda da Kiwify, a empresa explica que a verificação de identidade é obrigatória para o saque de saldo e serve para evitar fraudes e lavagem de dinheiro.

O desafio

A Kiwify precisava garantir segurança e confiança na abertura da conta digital sem transformar o processo em uma etapa burocrática para o empreendedor.

A implementação

Segundo Miguel Costa, representante de KYC e negócios da Kiwify, o portfólio completo e a agilidade da Legitimuz pesaram na escolha. A solução entrou em produção em apenas dois dias, com o time da Legitimuz acompanhando todos os testes. Miguel descreve o SLA da Legitimuz como o mais ágil entre os parceiros da Kiwify.

Os resultados

  • 97,7% de aderência biométrica: em cerca de 98 de cada 100 onboardings, a Legitimuz já tinha informação biométrica suficiente para confirmar a identidade da pessoa.
  • Menos de 2% dos usuários precisam enviar documento. Nesses casos, o fluxo segue automaticamente para a documentoscopia.
  • Taxa de aprovação alta com proteção consistente contra fraudes, da documentoscopia ao liveness.
  • Menos análise manual: a maior parte da verificação é automatizada, e o time da Kiwify concentra a análise humana nos perfis mais sensíveis.
  • Visibilidade da operação: o dashboard da Legitimuz mostra o fluxo de verificação, os pontos de abandono, os documentos e a jornada de cada usuário.

O case completo, com vídeo, está no post como a Kiwify chegou a 97,7% de aderência biométrica no KYC com a Legitimuz.

O que o case Kiwify mostra sobre KYC para fintechs

O case reúne três lições que valem para qualquer fintech.

Segurança e conversão podem andar juntas. Com alta aderência biométrica, a maioria dos clientes passa pelo KYC sem enviar documento, e a fintech mantém o rigor para quem precisa de verificação adicional.

Implementação rápida reduz o custo da troca. Colocar a solução em produção em dois dias diminui o risco de projeto e acelera o retorno do investimento.

Automação libera o time para o que importa. Quando a maior parte das decisões é automatizada, a análise manual se concentra nos casos de maior risco, sem exigir uma estrutura grande.

A Legitimuz em números

  • Mais de 150 clientes ativos.
  • Mais de R$ 100 milhões em fraudes prevenidas.
  • Mais de R$ 20 bilhões em transações autenticadas.
  • Mais de 500 milhões de verificações por ano.
  • Menos de 1,33% de reprovação de usuários legítimos.

Perguntas frequentes sobre KYC para fintechs

O que é KYC para fintechs?

É o conjunto de processos que uma fintech usa para confirmar a identidade de seus clientes e avaliar o risco de cada um, do onboarding às operações do dia a dia, em linha com as exigências de PLD/FTP e do Banco Central.

O que é aderência biométrica?

É o percentual de clientes para os quais o provedor de KYC já tem informação biométrica suficiente para confirmar a identidade. Quanto maior a aderência, menos pessoas precisam enviar documento, e mais simples fica a jornada.

Quanto tempo leva para implementar o KYC da Legitimuz?

Depende da operação. No case Kiwify, a solução entrou em produção em dois dias.

Em quais momentos a fintech deve verificar a identidade do cliente?

Na abertura de conta, na concessão de crédito, na recuperação de acesso e em operações sensíveis, como troca de dispositivo, alteração de dados e transferências de alto valor.

Leve o KYC da sua fintech para o próximo nível

A Legitimuz protege cada etapa da jornada da sua fintech com tecnologia 100% brasileira e certificada internacionalmente. Fale com um especialista da Legitimuz e descubra como aprovar mais clientes legítimos com menos fraude.

Leia também