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CEO da Legitimuz traz insights sobre a Febraban Tech 2026

CEO legitimuz comenta a Febraban Tech 2026

Na Febraban Tech 2026, Kayky Janiszewski, CEO e cofundador da Legitimuz, resumiu em uma frase o que considera a próxima disrupção do setor financeiro: olhar para a identidade como uma bala de prata não faz bem para o negócio, nem para o risco que qualquer player do setor corre ao confiar só nela.

É um recado direto para um mercado que, por anos, tratou a verificação de identidade como o ponto final do onboarding. Confirmar quem é a pessoa por trás do CPF sempre foi necessário, mas nunca foi suficiente. E é justamente essa lacuna que a Legitimuz decidiu atacar.

O que muda quando o contexto entra na conta

Segundo Janiszewski, a Legitimuz não olha só para a identidade. A empresa constrói um entendimento de contexto: qual dispositivo a pessoa está usando, de onde ela está acessando, quais são seus hábitos. Ele usa um computador depois das oito da noite? De onde ela costuma trabalhar? Quantas transações ela já fez naquele mesmo contexto?

Nenhuma dessas perguntas tem resposta em um documento de identidade. Elas vivem no comportamento do usuário ao longo do tempo, e é esse histórico que separa um cliente legítimo de uma conta comprometida usando dados roubados, mesmo quando o CPF e a foto do documento estão corretos.

Essa é a lógica por trás do LegitDevice: cruzar sinais de dispositivo, rede, localização e comportamento antes mesmo de a pessoa chegar à câmera. Saltos de geolocalização impossíveis em curto intervalo, uso de VPN, proxy ou Tor, emuladores e fingerprints suspeitos, todos esses sinais entram na decisão de risco, não como confirmação de identidade, mas como avaliação de contexto.

A “bola de neve” de 150 milhões de CPFs

O outro ponto da fala do CEO é sobre escala. A Legitimuz acumula hoje mais de 150 milhões de CPFs únicos em sua base, com informações de biometria facial, device e localização associadas. Janiszewski chama isso de bola de neve: quanto mais contexto histórico a base acumula, mais forte fica a resposta de cada nova verificação de onboarding.

Esse volume de dados só tem valor se a captura biométrica por trás dele for confiável. O LegitFace, usado nessa camada de biometria facial, reúne certificações iBeta PAD Levels 1 e 2 e BixeLab PAD Levels 1, 2 e 3 contra ataques de apresentação, além de BixeLab IAD contra ataques de injeção de câmera, sustentando 0% de fraude aprovada em produção com menos de 1,33% de reprovação de usuários legítimos. Sem essa robustez na ponta de captura, uma base de 150 milhões de registros carregaria ruído em vez de sinal.

Verificar a identidade não basta. É preciso verificar a consciência do contexto

Um ponto mais sutil da fala do CEO é este: além de olhar o risco do contexto da verificação, a Legitimuz também avalia se a pessoa que está se verificando está ciente do contexto em que está se verificando.

Na prática, isso amplia o escopo do onboarding para além de “essa pessoa é quem diz ser”. A pergunta seguinte é “esse comportamento de verificação é consistente com uma pessoa real, atenta, agindo por conta própria, e não com um fluxo automatizado, um script rodando em nome de outra pessoa, ou alguém sendo guiado por um golpista em tempo real”. 

É esse tipo de sinal que separa um onboarding tecnicamente aprovado de um onboarding realmente seguro, e é a fronteira para onde o setor financeiro está caminhando, antecipando o fraudador em vez de apenas reagir a ele.

O que isso significa para quem decide onboarding hoje

A mensagem da Legitimuz na Febraban Tech 2026 não é que identidade deixou de importar. É que tratá-la como único critério de decisão é um risco que o setor financeiro não pode mais correr, especialmente com fraude cada vez mais sofisticada, movida por engenharia social, contas laranja e documentos que passam despercebidos em revisões simples.

O caminho, segundo Janiszewski, é combinar identidade com contexto, e contexto com escala de dados. Para bancos digitais, fintechs e qualquer negócio que dependa de onboarding remoto, isso significa revisar se a decisão de risco de hoje considera apenas “quem é essa pessoa”, ou também “essa pessoa, neste dispositivo, nesta localização, neste padrão de comportamento, faz sentido agora”.

Fale com um especialista da Legitimuz e entenda como o risco contextual pode fortalecer o onboarding do seu negócio.

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