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Dia do Cliente: como se preparar para o aumento nas vendas?

entenda como se preparar para o aumento das vendas no dia do cliente

O Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro, ganhou espaço no calendário comercial brasileiro e se tornou uma oportunidade para empresas criarem campanhas, oferecerem condições especiais e reativarem consumidores.

Para muitas marcas, a data também funciona como uma antecipação das estratégias que ganham força no fim do ano, especialmente a Black Friday e o Natal.

Só que uma campanha que aumenta as vendas também aumenta a pressão sobre a operação. Mais acessos podem significar mais cadastros, mais compras, mais pagamentos e mais clientes sendo validados em um intervalo curto de tempo. E, junto com o volume legítimo, também pode crescer a tentativa de fraude.

Por isso, preparar uma empresa para o Dia do Cliente não envolve apenas estoque, ofertas, mídia e atendimento. É preciso garantir que a infraestrutura responsável por identificar e validar quem está realizando cada operação consiga acompanhar o aumento da demanda.

A questão é como crescer sem transformar segurança em barreira para a conversão. 

Neste conteúdo, você vai entender os principais impactos do aumento de demanda e o que empresas podem fazer para se preparar para um período de maior movimentação.

O que é o Dia do Cliente?

O Dia do Cliente é uma data comercial criada para valorizar o consumidor que já compra da marca, com promoções, condições especiais e campanhas voltadas à fidelização. Diferente de datas como Black Friday ou Natal, o foco não é atrair qualquer comprador novo, mas fortalecer o relacionamento com quem já é cliente.

Quando é o Dia do Cliente?

O Dia do Cliente é celebrado em 15 de setembro. A data também deu origem à Semana do Cliente, um período estendido de promoções que muitas empresas usam para ampliar o impacto da campanha além de um único dia.

Quando e como surgiu o Dia do Cliente?

A data foi criada em 2003 pelo empresário gaúcho João Carlos Rego, com o objetivo de fortalecer o relacionamento entre empresas e consumidores fora do calendário tradicional de datas comemorativas.

Por que o Dia do Cliente foi criado?

A ideia central era simples: criar um momento comercial dedicado a valorizar quem já é cliente, e não apenas atrair novos consumidores. Diferente de datas como Natal ou Dia das Mães, o foco original estava no relacionamento e na fidelização.

Qual é a diferença entre o Dia do Cliente e o Dia do Consumidor?

O Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, tem caráter mais institucional e está ligado à defesa dos direitos do consumidor. O Dia do Cliente, em setembro, nasceu com foco comercial e de relacionamento. Na prática, porém, os dois viraram grandes datas de promoção para o varejo, com o mesmo padrão de aumento de tráfego e de risco.

Como o Dia do Cliente movimenta o varejo?

O volume de vendas na data cresce ano após ano. Levantamento da Nuvemshop mostra que, em 2025, as lojas analisadas na plataforma movimentaram R$ 136 milhões durante a Semana do Cliente, alta de 31% em relação a 2024, com mais de 510 mil pedidos. 

Vale reforçar que esse número reflete a base analisada pela fonte, não o mercado brasileiro como um todo, mas ainda assim indica a força que a data ganhou no calendário comercial.

Por que setembro pode ser estratégico para as empresas?

A data cria uma oportunidade comercial antes do período de Black Friday e Natal. Empresas podem trabalhar aquisição e reativação de clientes, testar campanhas e condições especiais, e estender a ação durante toda a Semana do Cliente em vez de concentrar tudo em um único dia.

Quais setores aproveitam o Dia do Cliente?

Varejo e e-commerce, serviços, bancos e fintechs, marketplaces, plataformas digitais e negócios de assinatura recorrente aproveitam a data de formas diferentes.

Nem todo segmento tem o mesmo tipo de ganho, mas qualquer negócio que use a data para campanhas, promoções, novos cadastros ou reativação de clientes pode sentir um aumento real de demanda.

Segurança precisa fazer parte do planejamento do Dia do Cliente

Já parou para pensar que além de aumentar as vendas, é preciso colocar a segurança aumentada também como parte da sua meta? Veja a seguir alguns insights.

O aumento nas vendas também pode aumentar os riscos

Junto com o crescimento legítimo de vendas, cresce também a criação de contas falsas, o uso indevido de identidades, as tentativas de fraude, o abuso de promoções, a criação de múltiplas contas e os ataques automatizados. Compras feitas com dados comprometidos também tendem a aparecer com mais frequência em períodos de pico.

Aumento de acessos pode impactar toda a jornada do cliente

Mais pessoas acessando o site. Mais pessoas criando contas. Mais tentativas de compra e mais transações simultâneas. Mais solicitações aos sistemas de pagamento e mais interações com o atendimento. Uma campanha de sucesso se mede pela capacidade da operação de atender, validar e proteger esse aumento de demanda, não só pelo volume de clientes atraídos.

O desafio de identificar o cliente legítimo

O ponto central não muda: separar quem é cliente real de quem está tentando explorar o volume da campanha, e fazer isso rápido o suficiente para não travar a experiência de compra.

Por que bancos e fintechs sentem o mesmo pico

O aumento das vendas em períodos de alta demanda não movimenta apenas o varejo. Por trás de cada compra, existem pagamentos, transferências e análises que passam por bancos, fintechs e outras instituições financeiras. Quando milhares de consumidores realizam essas operações ao mesmo tempo, o volume cresce em toda a cadeia.

Para essas empresas, o desafio é acompanhar esse pico sem comprometer a segurança das transações ou a experiência de quem está tentando pagar. Quanto maior a movimentação, maior também a necessidade de identificar comportamentos suspeitos rapidamente e diferenciar uma operação legítima de uma tentativa de fraude.

Mais vendas no varejo significam mais Pix, mais transferências, mais cartão

Toda venda a mais no varejo passa por uma instituição financeira antes de chegar ao vendedor. Um pico de compras no Dia do Cliente não fica restrito às lojas: ele se transforma em mais transferências via Pix, mais transações de cartão e mais validações de pagamento em poucos dias. Bancos e fintechs processam esse volume por trás da campanha, mesmo sem aparecer nela.

O que a Febraban já alerta sobre golpes em datas de alto consumo

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) já demonstrou esse padrão em outras datas fortes do varejo em 2026. No alerta sobre o Dia dos Pais, a entidade apontou que golpistas aproveitam a alta procura por presentes para aplicar fraudes, principalmente através de Pix e links falsos. 

A Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026 reforça a dimensão do problema: entre julho de 2024 e junho de 2025, 24 milhões de brasileiros foram vítimas de fraudes envolvendo Pix e boletos, com prejuízo estimado em R$ 29 bilhões e mais de 9 milhões de notificações de fraude registradas no período. 

Com 83% das transações bancárias já digitais, o mesmo aumento de tráfego que beneficia o varejo no Dia do Cliente também amplia a superfície de ataque para o sistema financeiro.

Volume alto é terreno fértil para contas emprestadas e dados vazados

Um pico concentrado de transações cria justamente o ambiente que fraudadores procuram: contas abertas recentemente para receber valores de golpes, dados vazados usados para simular transferências legítimas, e a dificuldade natural de revisar cada operação manualmente quando o volume dispara. 

Para o banco ou a fintech, o desafio não é diferente do enfrentado pelo varejista: validar a identidade de quem está por trás de cada transação sem transformar essa validação em fricção para o cliente legítimo.

KYC: como validar clientes sem criar barreiras para a conversão?

Em operações digitais, validar quem está do outro lado da transação é uma etapa cada vez mais importante. Ao mesmo tempo, exigir verificações excessivas ou tornar o cadastro demorado pode fazer com que clientes desistam antes mesmo de concluir uma compra ou contratar um serviço.

É nesse equilíbrio entre segurança e conversão que o KYC ganha relevância. Quando estruturado de forma eficiente, o processo permite identificar riscos e possíveis fraudes sem transformar a validação em uma experiência burocrática para o cliente

O que é KYC?

KYC, ou Know Your Customer, é o conjunto de processos que permite a uma empresa conhecer e validar seus clientes antes de liberar determinadas ações, como um cadastro, uma compra ou uma transferência.

Por que o KYC é importante em períodos de alta demanda?

Maior volume de cadastros, maior velocidade nas transações e a necessidade de decisões rápidas aumentam a exposição a tentativas de fraude. Nesse cenário, a validação precisa escalar junto com a demanda, sem virar gargalo.

O desafio de fazer KYC em escala

Validação manual não acompanha grandes volumes. Automação reduz o tempo de análise, e inteligência aplicada à validação reduz atritos desnecessários. Segurança e experiência do cliente precisam caminhar juntas, e não competir uma com a outra.

Segurança e experiência do cliente precisam caminhar juntas

É muito importante entender que a segurança do seu e-commerce, banco ou a operação em geral não precisa ser associada a grande atrito para todos os usuários, igualmente.

Uma fricção muito alta não está ligada essencialmente a uma segurança maior: na verdade, pode bloquear usuários legítimos e permitir a entrada de fraudadores, mesmo assim.

Fricção acima do padrão pode gerar atrito

Processos longos geram abandono de cadastro, frustração e perda de conversão. Uma barreira de segurança mal calibrada afasta o cliente legítimo antes mesmo de ele completar a compra.

Segurança de menos aumenta a exposição ao risco

Contas fraudulentas, prejuízos financeiros, chargebacks, abuso de promoções e danos à reputação são consequência direta de uma validação frágil.

O equilíbrio entre segurança e conversão

O objetivo é diferenciar clientes legítimos de comportamentos suspeitos com rapidez e precisão, sem dificultar o acesso de quem é real. É esse equilíbrio que soluções de biometria e liveness em tempo real, como as usadas pela Legitimuz, foram desenhadas para sustentar: em produção, esse conjunto de camadas aplicado pelo LegitFace mantém 0% de fraude aprovada com menos de 1,33% de reprovação de usuários legítimos, prova de que segurança máxima e conversão não precisam ser escolhas opostas.

Como preparar sua operação para o Dia do Cliente?

Veja como ter mais sucesso em todas as etapas da campanha e como evitar problemas no planejamento, execução e pós campanha.

Antes da campanha

Revise a infraestrutura: testes de carga, capacidade dos servidores, APIs, checkout e sistemas de pagamento. Revise também a segurança: regras antifraude, fluxos de KYC, integrações e critérios de aprovação. Por fim, mapeie a jornada do cliente inteira, do cadastro ao pós-venda.

Durante a campanha

Monitore o volume de acessos, acompanhe cadastros e validações, observe a taxa de aprovação e fique atento a comportamentos fora do padrão. Acompanhe conversão e abandono, e esteja preparado para picos inesperados de demanda.

Depois da campanha

Analise os resultados comerciais, identifique tentativas de fraude que passaram despercebidas, avalie falsos positivos e revise os pontos de atrito da jornada. Use esses aprendizados para a próxima campanha.

Checklist: sua empresa está preparada para o Dia do Cliente?

ÁreaO que avaliar
InfraestruturaA operação suporta picos de acesso?
CadastroO processo consegue absorver novos usuários?
KYCA validação funciona em escala?
SecurityExistem mecanismos para identificar comportamentos suspeitos?
ConversãoO processo de validação gera atrito?
MonitoramentoA empresa acompanha a operação em tempo real?
ContingênciaExiste um plano para indisponibilidades ou picos inesperados?

Quais os próximos passos?

O Dia do Cliente representa uma oportunidade real para empresas fortalecerem o relacionamento com seus consumidores e impulsionarem vendas. 

Mas conforme as campanhas ganham escala, a preparação não pode ficar restrita a marketing, estoque e infraestrutura. Identidade, segurança e capacidade de validação também precisam fazer parte do planejamento, tanto no varejo quanto no sistema financeiro que processa cada transação por trás dele. 

Uma operação preparada consegue aproveitar o aumento da demanda sem transformar crescimento em vulnerabilidade. É aí que entra uma estratégia robusta de KYC.

Como se preparar para o Dia do Cliente com segurança?

Fale com um expert da Legitimuz e entenda de uma vez por todas que segurança não está ligada a maior fricção para todos.