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A nova era da segurança: como o KYC está mudando para antecipar o fraudador brasileiro

legiitmuz lança white paper sobre kyc para financeiro

Em 2026, uma pergunta simples ganhou uma resposta bem mais complexa. Durante anos, o KYC existia para responder “quem é essa pessoa?”. Hoje, com o Pix, o Open Finance e a inteligência artificial generativa acelerando cada etapa da jornada digital, a pergunta que as instituições financeiras precisam responder é outra: “posso confiar nesta interação, agora?”

Os números mostram por que essa mudança não é discurso de marketing. Só no primeiro semestre de 2026, o setor financeiro brasileiro registrou mais de 9 milhões de indícios de fraude, um crescimento de 10,26% em relação ao semestre anterior, atingindo 3,1 milhões de vítimas.

Quase 800 mil pessoas sofreram dois ou mais golpes, prova de que a fraude deixou de ser um evento isolado para virar atividade recorrente e escalável. E o dado mais desconfortável: 94% dos casos envolvem contas correntes, 85% têm movimentação via Pix, e 40% se apoiam em engenharia social, ou seja, o criminoso cada vez mais não invade o sistema, ele convence a própria vítima a abrir a porta.

É esse cenário que o novo white paper da Legitimuz, “A nova era da segurança: de que forma o KYC previne a fraude no mercado financeiro durante toda a jornada do cliente?”, coloca sob a lupa. O material mapeia, com dados de fontes como Quod, Febraban e Javelin Strategy & Research, as ameaças que mais crescem no país, de fraude de conta de terceiros e ATO bancário a identidade sintética, fraude de consentimento em Open Finance e deepfakes em biometria e explica exatamente onde o KYC tradicional para de proteger.

O white paper também enfrenta um paradoxo que toda instituição financeira já viveu na prática: mais etapas de verificação nem sempre significam mais segurança. Segundo a Javelin Strategy & Research, falsos positivos são 3 vezes mais frequentes do que a fraude real e 42% dos clientes legítimos barrados por engano simplesmente desistem e vão para o concorrente. Rejeitar quem é de verdade custa tão caro quanto aprovar quem não é.

No material, você vai encontrar:

  • O raio-x das fraudes no setor financeiro brasileiro, com o perfil de quem mais é vitimado (quase metade tem entre 18 e 34 anos) e por quê a Geração Z, a mais exposta, é também a que menos se protege sozinha;
  • Os desafios regulatórios que já valem a partir de 2026, incluindo as exigências do Banco Central para autenticação multifator, rastreabilidade e gestão de risco de terceiros;
  • Como a autenticação biométrica contínua resolve o que o onboarding, sozinho, nunca vai resolver: o risco que aparece depois que o cliente já foi aprovado;
  • As cinco camadas de tecnologia que permitem orquestrar segurança sem fricção: de biometria facial a análise comportamental de dispositivo.

Vale destacar que essa não é só uma discussão teórica para a Legitimuz. O mecanismo de biometria facial da empresa, o LegitFace, reúne hoje um dos conjuntos mais completos de certificações do mercado: iBeta PAD Levels 1 e 2 e BixeLab PAD Levels 1, 2 e 3 contra ataques de apresentação (fotos, vídeos, máscaras), além de BixeLab IAD contra ataques de injeção, quando a imagem é fabricada por software em vez de vir da câmera.

Em produção, esse conjunto de camadas sustenta 0% de fraude aprovada com menos de 1,33% de reprovação de usuários legítimos, prova de que segurança máxima e conversão não precisam ser escolhas opostas.

Se a sua operação ainda trata o KYC como uma etapa única do cadastro, esse é o momento de repensar. Baixe o white paper completo e entenda como estruturar uma segurança que se adapta ao risco de cada operação, sem travar quem é de verdade.

banner do white paper kyc financeiro